MISSIONARIEDADE



Sou obrigado a voltar ao começo, ao início de tudo, quando o próprio Deus criava todas as coisas e ao final do dia ele via que tudo era bom!!!

O seu plano é perfeito, e tem um chamado a cada um dos seus filhos.

O ano é 1982, o meu A.C. e D.C., a Trindade Santa me envia um anjo chamado Padre José Clarêncio e ele me consegue uma ficha para eu participar de um encontro. Jamais poderia imaginar que este encontro me daria os maiores presentes que uma pessoa pode esperar receber (eu fiz a 9ª Escalada e conheci minha esposa, Liliana, na 13ª. Casamo-nos, tivemos filhos e coordenamos juntos vários encontros e atividades).

O maior de todos os presentes foi receber Jesus através da Santíssima Eucaristia e como consequência descobrir pouco a pouco que este pão alimenta a vida da Igreja. Não podemos ficar no encontro, precisamos assumir o Movimento.

Assim foi um pouco da minha história. Um menino tímido, alto e magro, que passou completamente despercebido no seu encontro, menos daquele que tinha lhe convidado. Sim somos chamados individualmente a fazer parte daquela mesa, daquela família, daquele povo.

Como sabemos, Jesus não escolhe os capacitados, Ele capacita os escolhidos e foi assim que durante sete anos consecutivos, os melhores que uma juventude pode ter, Ele, ano a ano, renovava o convite a fazer parte de um pequeno grupo, as escaladas em Salvador, que através da força do seu testemunho, iam evangelizar um número maior. É quando o Espírito sopra um desejo de colocar em prática o ensinamento de Cristo: Ide dois a dois e evangelizai a toda criatura.

Desde pequeno ouvia de minha mãe, missa é missão, a nossa no início da década de 1990 estava clara: levar o encontro do Escalada para outras localidades, sair da zona de conforto, dedicar boa parte do seu tempo ao Senhor.

A caminhada não foi fácil. Éramos jovens de 22, 20 ou 18 anos, que íamos a outras cidades com suas tradições e modelos de evangelização já enraizados, e com toda petulância dizíamos: é jovem evangelizando jovem, vocês tios, padres serão apenas aquelas colunas invisíveis que servem para sustentar e mostrar a beleza que uma ponte tem.

“Éramos jovens de 22, 20 ou 18 anos, que íamos a outras cidades com suas tradições e modelos de evangelização já enraizados, e com toda petulância dizíamos: é jovem evangelizando jovem”.

Fomos de norte a sul, de leste a oeste, levando o carisma de “Ser Pessoa em Clima de Oração”. Cometemos alguns erros, quem não os comete, mas a obra nunca foi ou será nossa. Deus sopra onde e como quer. Como um discípulo fiel, temos que aceitar as nossas limitações, mas jamais deixar de escutar a voz que vem do fundo, aquela que quando o coração arde, não nos deixa calar, por isso, rogo ao Pai que ilumine os corações e pensamentos dos dirigentes do nosso Movimento, para continuar com a missionariedade e pouco a pouco chegar a mais e mais cidades, até onde Ele quiser !!!

José Passos Júnior - Jupira

9ª Escalada Regular de Salvador - Renasce


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