História

Como surgiu o Escalada?

As raízes do movimento estão em São Paulo. O Escalada foi criado e organizado por uma freira chamada Irmã Gília, que reuniu jovens ricos e pobres durante um final de semana em uma casa de retiro. Eles faziam reflexões ao ar livre, em contato com a natureza, e escalavam uma montanha.

 

O encontro fez sucesso, cresceu e se expandiu para Brasília e Vitória do Espírito Santo. O roteiro e orientações das atividades e palestras eram passadas por cartas pela freira. O movimento foi implantado em Salvador por Ângela, jovem que participou do encontro em Vitória do Espírito Santo, em 1978, e hoje coordena outro movimento religioso: o OPA (Oração Pela Arte).

 

No início não existia uma estrutura de pós-encontro e apenas um único encontro era realizado por ano na cidade. O Escalada só ganhou a dimensão de movimento em 1985, quando os escalantes resolveram concretizar esta organização ‘pós-escalada’. Em 86, foi criada a coordenação (chamada de Grupo de Apoio), passou-se a realizar encontros específicos por zonas (Vitória e Pituba, envolvendo bairros vizinhos) e houve as primeiras tentativas de Escaladas Missionárias (no interior) durante 2 anos consecutivos em Lagarto. Foi neste ano que surgiu o Arauto, como uma espécie de folder, com tiragem mensal que trazia temas para reflexões.

 

Em 91, foi realizada a Primeira Escalada Missionária, em Cruz das Almas. Em 92, o Arauto foi revigorado como um tablóide e passou, posteriormente, a ser o jornalzinho do movimento. Em 93, consolidam-se as “Escaladas Missionárias” em Itabuna e Jacobina. Depois, em Jequié, Petrolina, Terra Nova e mais tarde, Santo Amaro e Ilheús. Foi também realizada a Primeira Escalada do Engenho Velho de Brotas, comunidade carente. No mesmo ano, são formados os projetos.