Calendário Temático 2020

15.MAR a 21.MAR – ESTUDO – CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2020

Tema: Fraternidade e vida: Dom e Compromisso

Lema: "Viu, sentiu compaixão e cuidou dele" (Lc 10,33-34)

A Campanha da Fraternidade é um modo da Igreja no Brasil viver o período da Quaresma e este ano nos leva a refletir sobre o significado mais profundo da vida. O convite é para olharmos de modo mais atento e cuidadoso para o modo como vivemos e, em todo momento: ver, solidariza-se e cuidar. Para tanto, é preciso sair do materialismo, do individualismo presente na vida moderna e no interior das pessoas. É necessária uma conversão interior para assumir um novo modo de vida. Mudar individualmente e no contexto social.


Vamos levar as pessoas a pensarem em ações concretas para a mudança pessoal. Posso adotar um estilo de vida com menos roupas, menos sapatos? Qual ação social eu posso incluir na minha vida? Qual comportamento na minha vida eu posso mudar? O horizonte é o do compromisso social para os problemas mais profundos e Santa Dulce dos Pobres é usada na campanha como inspiração para este modo de vida.


Entre tantas qualidades, são características de Santa Dulce dos Pobres:

- Perseverança: uma mulher incansável para viabilizar o atendimento e o cuidado aos pobres.

- Amor ao próximo: em cada doente que encontrava pelas ruas, em cada pessoa que batia a sua porta, ela via a imagem de Cristo. Ela cuidava tanto da necessidade material como espiritual.


O texto bíblico em que a campanha foi sustentada foi o da parábola do bom samaritano, porque a vida é essencialmente samaritana. É preciso ter o coração do bom samaritano.

Palavras-chave: Caridade. Realidade social. Irmã Dulce. Campanha da Fraternidade

Sugestão de passagem bíblica: Lc 10,29-37 – Parábola do Bom Samaritano

8.MAR a 14.MAR - ESTUDO - O SENTIDO DA QUARESMA

A quaresma é um tempo que nós cristãos somos chamados a viver, que antecede e nos prepara para a semana santa e a páscoa. Esse tempo é para lembrarmos dos 40 dias que Jesus passou no deserto em preparação, para se conectar com Deus, consigo mesmo e com sua missão. Foi nesse tempo, quando Jesus estava vulnerável pela fome, por estar buscando sanar seus questionamentos para se encontrar e seguir firme, que Ele foi tentado, afinal, além de ser 100% Deus, era 100% homem e sentia como nós sentimos, passou por provações e mostrou o quanto é necessário estarmos vigilantes para mantermos a nossa cruz equilibrada, para que também enfrentemos nossos desafios, nossas provações e tentações.

Na quaresma, existe um tripé para nos sustentar, é a oração, o jejum e a caridade, esses três devem sempre fazer parte de nossa vida, pois o que vivemos nesse tempo não deve acabar nesses quarenta dias, mas sim nos fortalecer para o resto do nosso ano. É um momento para parar, silenciar, buscar uma conexão com Deus para entendermos quem somos, qual nossa missão, como está nossa vida, que caminho seguir, por isso a oração é tão necessária, é nosso momento de conversar com o Pai, de intimidade e entrega. Já o jejum vai nos fortalecer, tirar vícios e mostrar que estamos no controle de nossas vidas, que as coisas do mundo não nos controlam e somos capazes de fazer sacrifícios na busca de uma vida santa. E a caridade vem como a ação, é colocar a nossa fé em prática, confirmar que o amor se concretiza em atitudes que, por menor que sejam, se são feitas com amor têm um poder de transformação, mas devem vir gratuitamente do coração, sem a necessidade de ser vista ou exaltada, pois a vaidade não nos leva a uma real ação de amor, devemos sempre estar atentos a isso. Então, tendo esses três pilares sustentando os nosso quarenta dias, estaremos com o coração e nossa vida preparados para vivermos a semana santa e festa da páscoa.

É, portanto, o momento de nos perguntarmos: que sentido a quaresma tem tido na minha vida? Tenho me permitido viver esse momento verdadeiramente? Busco a oração, o jejum e a caridade como pilares a me sustentar? É necessário entender o sentido desse momento tão importante e vivenciá-lo para estarmos fortalecidos na nossa fé.

Palavras-chave: Preparação. Deserto. Vivenciar. Fortalecer a fé. Sugestão de passagem biblica: Luc 4, 1-14 ; Mat 6, 1-18

1.MAR a 7.MAR – ORAÇÃO

Como já vimos nesse ano, a oração faz parte do tripé da vida cristã, é um de nosso sustento para que nossa cruz esteja em equilíbrio. Praticar a oração é estar na presença de Deus, responder Seu chamado, conseguir entregar-se de coração, isso não é simples, pois no nosso dia a dia estamos imersos em afazeres, prazos, pensamos e fazemos diversas coisas ao mesmo tempo, assim, acabamos deixando de focar em um momento único, não estamos completamente entregues ao que fazemos naquele instante e para a oração sair da superficialidade de uma relação rápida é preciso dedicar-se por inteiro a esse momento.

É necessário desafiar-se para sair da zona de conforto e vivenciar momentos profundos de oração, sentir que está completamente presente em um momento único, apenas na presença do Senhor. Para entrar nessa intimidade é preciso praticar, tirar momentos do seu dia para dedicar-se à sua relação com Deus, um momento de parar, acalmar-se, relaxar e entregar a Deus seus pedidos, agradecimentos, tudo o que queira conversar com Ele.

Existem diversas formas de orar, de conseguir estar em sintonia com o Senhor, uma delas é a partir da contemplação e reflexão, que pode ser feita individualmente ou em grupo, de maneira guiada. Que possamos, então, vivenciar juntos um momento profundo de oração, contemplando e refletindo para conversar com Deus, estando em Sua presença para entregar-se de todo o coração.

Palavras-chaves: Equilíbrio. Aprofundar. Intimidade. Entrega

Sugestão de passagem bíblica: Filip 4, 6-7

Sugestão de guia para condução: Oração no zonal

23.FEV a 29.FEV – PARTICIPAR DAS ATIVIDADES DA PARÓQUIA

16.FEV a 22.FEV - TEMA LIVRE

09. FEV a 15.FEV – COMPORTAMENTO - O QUE SIGNIFICA SER PESSOA EM CLIMA DE ORAÇÃO?

“Ser Pessoa em Clima de Oração”. Esse é o carisma do Movimento Escalada, que retrata a nossa identidade como alpinistas. Em qualquer lugar onde estejamos presentes, nos reconhecemos por essa singela e profunda expressão, reveladora de um traço indissociável da nossa personalidade.

Mas afinal, o que significa “Ser Pessoa em Clima de Oração”? Trata-se de um projeto de santidade, ao qual somos diariamente convidados pelo próprio Cristo. O Cristo vivo nos convida, portanto, a colocarmos em prática, no nosso cotidiano, aquilo que diz o nosso carisma: “Ser Pessoa em Clima de Oração”.

Para tanto, precisamos nos recordar que a adesão a esse convite para um projeto de santidade não se confunde com uma escolha passageira, efêmera e transitória. Se queremos ser pessoas em clima de oração, devemos amadurecer e renovar a cada dia a nossa opção, mantendo-nos constantemente vigilantes para que sigamos firmes no propósito de seguir o Cristo na nossa caminhada.

Em um mundo volátil e incerto, aderir de forma radical (leia-se, na raiz) a um projeto de santidade não é, certamente, a mais fácil das opções – mas com certeza, será a que nos levará para mais perto do Pai e nos trará mais felicidade.

Para mergulharmos de cabeça nesse “projeto absurdo”, é preciso que tenhamos convicção de quem somos e daquilo em que efetivamente cremos e que efetivamente desejamos para as nossas vidas. Se não refletimos sobre nosso caminho, se não deixamos o medo para trás, não conseguimos nosaventurar nas maravilhas que o Cristo nos reserva! E nesse caminho, nunca vamos sozinhos, não é mesmo? De um lado, temos o nosso Pai, Deus deamor, que nos presenteia a todo instante com a sua presença tão viva em nossas vidas. Com Ele, devemos nos manter em constante comunicação, criando uma relação de intimidade e respeito que será o combustível para seguirmos na estrada da vida.

Por outro lado, se Deus mesmo está sempre conosco, também se faz presente no nosso dia-a-dia,habitando nos nossos irmãos, com quem convivemos. É o próximo quem nos faz sentir fisicamentea presença do Cristo e é através dele que devemos praticar todo o bem que nos é proposto.Essas relações, contudo, se dão em um determinado espaço-tempo.

Vivemos no plano da história e, por isso mesmo, estamos inseridos no mundo e em contato com tudo que ele nos proporciona – a natureza, os animais, os bens materiais... E devemos manter o equilíbrio na medida em que fazemos uso dessas chamadas “coisas do mundo”, tendo a sabedoria de reconhece-las como instrumentos (e não razões de ser) do projeto de santidade ao qual firmemente aderimos.Tudo isso, em resumo, é ser pessoa em clima de oração! Portanto, que juntos possamos refletir: como tenho vivido o chamado do Cristo à santidade?

Sou, de fato, pessoa em clima de oração? Como está a minha relação com Deus? Como tenho agido perante o próximo? De que forma encaroas coisas do mundo que me são disponibilizadas? Somos convidados a pensar sobre o projeto desantidade a que Cristo nos convida: “Ser Pessoa em Clima de Oração”. Explorar a dimensão relacional do carisma, abarcando o autoconhecimento, a intimidade orante com Deus, o convívio físico com o próximo e o contato com as coisas do mundo. Tratar da radicalidade da adesão ao projeto de Cristo e identificar situações práticas nas quais somos testados a respeito da nossa firmeza de propósito. Reforçar a importância do equilíbrio nas nossas ações cotidianas.

Palavras-chave: Ser Pessoa. Oração. Relacionamentos. Santidade. Sugestões de música: Total dimensão. Identidade. Grão de trigo. Jeito de Viver. Sugestão de passagem biblica: 1 Cor 12, 4-11; Mt 7, 1-8.

2.FEV a 8.FEV – ESTUDO – A IMPORTÂNCIA DO TRIPÉ: ESTUDO, ORAÇÃO E AÇÃO NA VIDA CRISTÃ

Não basta dizer que somos de Deus, que somos batizados, que somos católicos, se a nossa vida não condiz com tudo isso. Para vivermos o que pregamos temos o tripé cristão, como a rocha sobre a qual vamos edificar nossa casa, formado pela oração, pelo estudo e pela caridade, essa é a nossa base e devemos busca-la diariamente para mantermos o nosso equilíbrio.

A oração é o nosso momento de intimidade com o Pai, através dela alimentamos a nossa fé, deve ser o nosso momento de elevarmos nossa alma a Deus e não somente de pedir. A humildade é o fundamento da oração, pois é reconhecendo nossos pecados, nossas limitações, o que realmente precisamos e o que queremos agradecer que chegamos ao coração de Deus, que está conosco para nos ouvir, pois a nossa oração é sempre uma resposta ao chamado que Ele nos faz a todo momento. Portanto é através da oração que temos um momento só nosso, um verdadeiro encontro de amor com o Pai.

O estudo é nosso momento de entender mais sobre o que pregamos, o que Cristo ensinou, o que diz a igreja, pois antes de tudo é necessário conhecer para livremente escolher acreditar. É também como nosso mergulho em águas mais profundas, pois vamos cada vez mais encontrando respostas e perguntas, alimentando a nossa crença e buscando entender qual é o caminho que Cristo deseja para nós.

Caridade é colocar a nossa fé em ação, pois uma fé sem obras é morta. E a finalidade de todas as nossas obras é o amor, por isso a caridade é o meio pelo qual demonstramos o nosso amor a Deus, a nós e ao próximo. Muitas vezes, a palavra caridade é traduzida como um sinônimo de amor, porque é sua essência, da maneira mais pura, sem esperar nenhum retorno, assim como São Paulo traça em 1 Cor. 13, 4-7.

Será que nós temos vivido esse equilíbrio? Como está sua oração? Tem humildemente procurado Deus para um encontro diário de amor? E o estudo faz parte da sua vida cristã? A caridade tem sido feita na frente das câmeras ou da maneira mais simples e natural? Pratica uma caridade baseada essencialmente no amor? Que possamos refletir nossa vida cristã e como sair da nossa zona de conforto para buscar o equilíbrio.

Palavras-chaves: Tripé. Intimidade. Conhecimento. Amor. Sugestão de passagem bíblica: 1 Cor. 13, 4-7 e Tiag. 2, 14-19 Sugestão de documento: Catecismo 1822-29 (caridade) ; 2559 e 2567 (oração)

26.JAN a 01.FEV - COMPORTAMENTO - QUAL O SEU DESAFIO CRISTÃO PARA 2020?

Quando o Cano Schofield é chamado por seu colega de front, o cabo Blake, para responder a um chamado do comandante do 8º Batalhão do Exército Americano na 1ª Guerra Mundial, não sabia que aquele desafio que ele já vivia seria ainda maior. A trama do filme 1917 se desenvolve numa sequência de batalhas e armadilhas que poderiam impedir o jovem soldado de atingir o desafio entregue por seu superior. Como o filme ainda está no cinema e muita gente pode não ter assistido ainda, não vou dar spoiler do seu final. Em sua 1ª carta aos Corintios, no capítulo 9, versículos 24 a 27, São Paulo compara a vida cristã a uma corrida. Lembra, no entanto, que as corridas humanas dão um prêmio perecível e a cristã, um que não se corrompe, que não acaba, prêmio de eternidade. Seja como no filme 1917 ou na corrida de São Paulo, os desafios estão presentes e são de dois tipos: inevitáveis ou escolhidos para fazer a vida mais próxima da Suprema Vitória, a santidade. A primeira reunião do ano quer tratar do desafio escolhido livremente. Para alcançar o resultado na execução da tarefa recebida, o cabo Schofield teve que fazer escolhas anteriores, preparar a mente e o corpo, abdicar de tantas coisas agradáveis para estar pronto ao desafio da batalha. O atleta passa pela mesma situação. A medalha é o coroamento de tantos desafios livremente aceitos e escolhidos. Agora é a vez de perguntar: Para chegar ao fim do ano e colher frutos de vida cristã, quais os desafios que cada um escolhe plantar agora? Existem uma infinidades de rotas. Qual caminho será prioridade para cada um? O que deixar de lado? O que tomar como essencial a partir de agora?

Sugestões de músicas: Ser cristão; Terra Molhada; Gente Boa Sugestões de Texto Bíblico: 1Cor 9, 24 a 27 e todos as sugestões da Atividade Desafio do Encontro Escalada.

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