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Calendário Temático 2024

24.JUN A 30. JUN - ESTUDO - OS SETE PECADOS CAPITAIS X AS SETE VIRTUDES

Objetivo

Estudar sobre os pecados e virtudes e compreender sobre como os reconhecemos em nossa vida e dia-a-dia.

Os sete pecados capitais

Desde a morte de Cristo começamos a buscar e entender o pecado e as dimensões dele, já que Jesus morreu por nós na intenção de nos perdoar. Muitos doutores da igreja, se interessaram em estudar sobre o comportamento humano. Monges como São João Cassiano e Evágrio Pôntico começaram a identificar certas tendências pecaminosas que eram particularmente perigosas para a vida espiritual, como manias e vícios.

Depois, Santo Agostinho, um dos mais influentes teólogos da Igreja Católica, expandiu essa discussão em sua obra “A Cidade de Deus”. 

Nela, ele discute os pecados capitais e sua relação com a natureza humana corrompida pelo pecado original.  Enquanto São Gregório Magno foi um papa que desempenhou um papel crucial na catalogação dos pecados capitais como conhecemos hoje. 

Ele listou os sete pecados capitais em sua obra Morais sobre o Livro de Jó e discutiu suas características e efeitos. 

Além disso, ele estabeleceu uma conexão entre os Pecados Capitais e as virtudes opostas, destacando a importância da virtude para superar os vícios.

Certo, mas o que é o pecado? O pecado é mais do que um comportamento errôneo, é a rejeição ou destruição de algo bom é a recusa do Bem por excelência, isto é, a recusa de Deus. O pecado, a sua mais profunda e terrível dimensão, é a separação de Deus e, com isso, a separação da fonte da Vida.

Os pecados capitais são:

A soberba, a chamada “mãe de todos os pecados”, pois foi este o pecado do demônio contra Deus. A avareza, por sua vez,  é o apego excessivo que busca o acúmulo de riquezas sem considerar a justiça e a caridade para com os outros.

A luxúria é um desejo desordenado ou um gozo desregrado de prazer venéreo, como o prazer sexual isolado; a ira é um desejo de vingança; ao passo que a gula,  é o desejo excessivo e desordenado por comida, bebida ou prazeres relacionados à alimentação, levando ao abuso e à falta de temperança.

A Inveja, um sentimento de tristeza ou ressentimento em relação às qualidades, às realizações ou aos bens de outras pessoas, também é uma recusa da caridade. Para Santo Agostinho, é o pecado diabólico por excelência.

Por fim, a preguiça, de forma geral, é uma atitude de tédio ou desinteresse em relação à ação, o que resulta em uma certa aversão ao trabalho físico ou espiritual. 

Ainda que o homem conserve o desejo do bem em seu coração, a sua natureza está ferida pelo pecado. Um pecado sempre tem o poder de arrastar para outros, gerando vícios através da repetição de ações semelhantes. É preciso estar vigilante e em oração para não cair em tentação e saber quais virtudes podemos ter.

As sete virtudes 

Mas o que é virtude? Uma virtude é uma atitude interior, um hábito positivo, uma paixão por servir o bem. É um conjunto de ações  que direcionarmos nosso caminho para Deus, se tornam virtuosas. Deus apoia as virtudes humanas com a Sua graça que também nos concede.

Inclusive, para conseguirmos exercitar nossas virtudes de forma livre, ágil e alegre. Precisamos trabalhar na construção da nossa personalidade. Tendo atitudes seguras, sem se entregar a paixões desordenadas.Existem dois tipos de virtudes:  as cardeais e as teologais.

Virtudes cardeais são principais, das quais derivam tantas outras:

Prudência a razão prática a discernir as circunstâncias, Santo Tomás de Aquino ainda vai dizer que a virtude da prudência é a mãe de todas as virtudes, sem a prudência, as demais virtudes poderiam até causar danos ao homem.

Justiça é a virtude moral que consiste na vontade constante e firme de dar a Deus e ao próximo o que lhes é devido. Essa virtude, coloca regra a nossa convivência, tornando possível o bem comum, defende a dignidade humana e está ligada aos direitos humanos.

Fortaleza é a virtude moral que dá segurança nas dificuldades, firmeza e constância na procura do bem

Temperança é a virtude moral que modera a atração pelos prazeres e procura o equilíbrio no uso dos bens criados. Com essa virtude, o homem pode dominar sua vontade sobre seus instintos e seus desejos não tomam uma proporção indevida.

Virtudes teologais são as virtudes que recebemos juntamente ao Sacramento do Batismo, sendo infundida em nós a graça santificante, que nos torna capazes de nos relacionar com a Santíssima Trindade e nos orienta na maneira cristã de agir. O Espírito Santo se torna presente em nós, fundamentando elas:

 Cultivando a fé, compreendemos que o Altíssimo é uno e trino e que tudo isso nos foi revelado nas Sagradas Escrituras. Cremos, então, que Deus é a verdade.uma fé sem limites , tal fé que nos leva a praticar a justiça, já que ¨uma fé sem obras é morta¨;

Esperança é a virtude que nos ajuda a desejar e a esperar tempos melhores em nossa vida aqui na terra e a ter a certeza de que conquistaremos a vida eterna;

Caridade é amor. Na bíblia essas palavras são sinônimos, pois Deus é amor, e Ele morreu na cruz por nós. Inclusive, essa virtude se contrapõe diretamente aos pecados que nos leva sempre a ser contra a caridade e em favor ao egoísmo. Santo Agostinho definia o pecado como ¨o amor de si mesmo levado até o desprezo de Deus¨, exibindo o quanto os pecados não fazem parte da vida com Deus.

Por vezes, sentimos o modo como a vida deveria ser, como nós deveríamos ser; mas, de fato, vivemos em guerra com nós próprios, somos determinados pela angústia e por paixões descontroladas, e perdemos a harmonia original com o mundo e, por fim, com Deus. 

E precisamos estar em harmonia, pois Ser pessoa à imagem e semelhança de Deus, necessita de uma relação de referência à santidade.

Sugestões Bíblicas: Mt 13,4; Jo 10,10; Tt 2,11-12; 1Cor 13,13; Lv 19,15; Ecl 18,30; Gl 5,6; Tg2, 26.

Sugestão de Músicas: Bote fé | Unidade | Talismã

 

17.JUN a 23.JUN - TEMA LIVRE

 

10.JUN a 16.JUN - COMPORTAMENTO: SE DEUS NOS AMA, POR QUE ACEITAMOS UM AMOR MEDÍOCRE?

Objetivo

Refletir sobre a forma que nós nos entendemos como merecedores de amor, como aceitamos e entregamos o afeto por nós mesmos e com quem nos relacionamos, pensando na perspectiva do amor divino que todos recebemos de Deus.

O amor de Deus

A partir do momento que escolhemos seguir uma vida com Cristo e termos momentos de intimidade com Ele, somos apresentados ao amor incondicional e imensurável que Deus tem por nós. Entretanto, mesmo tendo contato com uma forma de afeto tão especial, muitas vezes nos encontramos em relações nas quais há muitos sentimentos envolvidos, mas não o amor propriamente dito. Além disso, podemos nos perceber fazendo escolhas que não nos fazem bem ou nutrindo uma relação de desamor com nós mesmos. Dito isso, por que aceitamos afetos tão inferiores ao amor que recebemos de Deus?

É importante pensarmos, enquanto cristãos e alpinistas, qual o lugar que estamos nos colocando em relação à cruz do Ser Pessoa quando se trata de amor? E qual o lugar que estamos deixando que o outro ocupe? Muitas vezes, não nos reconhecemos como merecedores desse amor puro que vem de Deus, passamos a aceitar vezes migalhas de afeto ou nos fecharmos em nós mesmos por receio de decepções que possam vir do outro.

Aceitar a misericórdia de Deus que nos ama e nos respeita acima de qualquer defeito, propõe a analise como estamos nos relacionando com o outro em nossa vida emocionalmente (tanto de forma romântica, fraterna ou familiar), o que estamos ofertando dentro desses ambientes e o que e como estamos recebendo este afeto.

Além disso, é importante exercitar o amor para com nós mesmos, entendendo que se Deus nos ama incondicionalmente, a nós nos cabe amar quem somos também. Porém, observar a diferença gritante entre auto amor e auto valorização e o egoísmo. Como podemos nos tratar com carinho e afeto sem cair numa perspectiva autocentrada que exclui o cuidado com o outro, com Deus e com as coisas do mundo?

Sugestão Bíblica: Romanos 13, 8-10; Jo 15, 12-17; Efésios 2, 4.

Sugestão de Músicas: Teu amor; Farol de Deus;

 

03.JUN A 09.JUN - ORAÇÃO - TRÊS MANEIRAS DE REZAR SEGUNDO SANTO ANTÔNIO OBJETIVO

Aprender a orar através dos ensinamentos de Santo Antônio.

Santo Antônio

Através da oração construímos uma relação  mais íntima com Deus e nos fortalecemos quanto cristãos. Em nossa caminhada Católica, temos a alegria de conhecer o exemplo de vários Santos, que tanto nos inspiram à vivência de Igreja e a oração, como exemplo Santo Antônio, que através de sua vida intercedeu e converteu tantas pessoas.

Santo Antônio, nos deixou um grande exemplo de dedicação e grande amor em viver a vida cristã. Por meio de seus ideais nos ensinou a essência do servir e do ser pessoa em clima de oração, possuindo uma grande proximidade com o Senhor, tanto que um de seus milagres é a aparição do Menino Jesus em seu colo (Sugestão de Leitura 1).

Santo Antônio é sinônimo de serviço e de verdadeira entrega aos propósitos de Deus, e ele convida a rezar de diferentes maneiras, diz então: “Podemos rezar de três modos: com o coração, com a  boca e com as mãos”.

Com o coração: a oração deve partir de nosso íntimo e ter como objetivo o amor. Com a boca: nossas palavras têm que ser palavras de vida. Precisamos sempre falar aquilo que vai ajudar, jamais aquilo que vai promover a discórdia e a desunião. E, por fim, com as mãos: precisamos agir, amar o próximo com ações concretas que vão levar sempre o amor de Deus.

Que Santo Antônio possa seguir nos inspirando como exemplo de servo de Deus, e que assim busquemos amar com as mãos valorizando nossos irmãos desassistidos e que estão à margem da sociedade; que amemos com a boca levando os ensinamentos e o amor do nosso Senhor aonde quer que estejamos; e que possamos amar de todo coração, que a chama de nossos corações possam aquecer tantos outros que já estão se esfriando.

Sugestão de Dinâmica:

Após contar rapidamente sobre a vida de Santo Antônio e seu convite à oração e o serviço, promover um momento de oração, pedindo por sua intercessão para que possamos seguir seu exemplo e buscar intimidade junto ao Senhor, refletindo sobre como podemos orar “com o coração, com a  boca e com as mãos” em nosso dia a dia.

Sugestão de oração:

Eu te saúdo, pai e protetor Santo Antônio! Intercede por mim junto a Nosso Senhor Jesus Cristo, a fim de que ele me conceda a graça que desejo (mencionar a graça). Eu te peço, amado Santo Antônio, pela firme confiança que tenho em Deus a quem serviste fielmente. Eu te peço pelo amor do Menino Jesus que carregastes em teu braço. Eu te peço por todos os favores que Deus te concedeu neste mundo, pelos inúmeros prodígios que Ele operou e continua operando diariamente por tua intercessão. Amém!

Sugestão de Música: Hino de Santo Antônio

 

 

27.MAI A 03.JUN – ESTUDO - CORPUS CHRISTI: A CELEBRAÇÃO DA EUCARISTIA

Objetivo

Estudar sobre a Celebração de Corpus Christi, entendendo seu significado e celebrando o convite para viver essa festa.

Corpus Chisti

O Sacramento da Eucaristia é o próprio corpo e sangue de Cristo que habita dentro de nós nos tornando Sacrário vivo. É ainda alimento corporal e espiritual indispensável na vida Cristã. 

Jesus disse: “Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem come deste pão viverá para sempre. E o pão que eu vou dar é a minha própria carne para que o mundo tenha vida.” Assim, instituído pelo próprio Cristo, a Eucaristia é hoje o memorial da sua morte e ressurreição, sendo celebrado diariamente da forma como Ele ensinou enquanto presente.

A solenidade do Corpus Christi, festa celebrada após Pentecostes, é uma manifestação pública da presença de Jesus na eucaristia, que nos é ofertada por Deus Pai, na pessoa do Seu Filho e no manancial de amor do Espírito Santo como alimento para a nossa vida eterna. É uma celebração que nos une à quinta-feira santa, naquela ceia derradeira em que Jesus se entrega em corpo e sangue, passando pela cruz, para a salvação do mundo inteiro.

Deus em suas benfeitorias, costuma se revelar aos humildes e pequenos, e Ele se utilizou de uma simples jovem para lhe revelar a festa de Corpus Christi. Segundo os registros da Igreja, Santa Juliana de Cornillon, em 1258, numa revelação particular, teria recebido de Jesus o pedido para que fosse introduzida, no Calendário Litúrgico da Igreja, a Festa de Corpus Domini.

Após muitas estimas, o Bispo de Liége, Dom Roberto de Thourotte, aceitou a proposta de Juliana e das suas companheiras, e instituiu, pela primeira vez, a solenidade do Corpus Christi na sua diocese, precisamente na paróquia de Sainte Martin. Mais tarde, também outros bispos o imitaram, estabelecendo a mesma festa nos territórios confiados aos seus cuidados pastorais. Depois, tornou-se festa nacional da Bélgica.

No Brasil, o Corpus Christi é comemorado com missas e procissões, as quais são abrilhantadas com os extensos tapetes feitos pelos fiéis que se esmeram para ver Jesus passar. Utilizando flores, serragem, areia e farinha tingidas, borra de café e materiais reciclados, as pessoas se preparam meses antes para a confecção desses tapetes. As suas imagens representam principalmente cálices, pão e vinho, pombos e a cruz.

Na procissão, o padre pisa no tapete transportando o ostensório, onde uma hóstia consagrada, o Santíssimo Sacramento, é colocada e sai em exposição para ser objeto de adoração.

A Eucaristia

A eucaristia é uma palavra grega, cujo significado é ação de graças, Sacramento do pão e vinho consagrados, onde está presente o Senhor Jesus Cristo, que se entrega a todos nós. Santo Inácio bispo de Antioquia, do século I, afirma que a Eucaristia é o remédio da imortalidade, antídoto para não morrer, mas para viver em Jesus Cristo para sempre.

“É assim, com simplicidade, que Jesus nos doa o maior dos sacramentos. É um gesto humilde de dom, um gesto de partilha. No auge de sua vida, ele não distribui pão em abundância para alimentar as multidões, mas se parte na ceia pascal com os discípulos” – Papa Francisco

É importante reafirmar a necessidade da preparação

·         Estar de fato arrependido dos nossos pecados

·         Não estar em pecado mortal

·         Fazer o jejum Eucarístico de 60 min antecedentes

·         Chegar na Missa antes do Ato penitencial

·         Comungar imediatamente após receber o corpo de Cristo, ainda na frente do Sacerdote ou Ministro

·         Após a comunhão, assumimos a responsabilidade de estarmos sendo sacrários vivos do Senhor.

Sugestão Bíblica: Lc 22,19; Jo 6, 54-5; 1 Coríntios 11, 26

Sugestão de Música: Sacramento da Comunhão; Sintonia; Eu sou o pão do céu

Sugestão de Oração: Anima Christi (Alma de Cristo)


 

20.MAI A 26.MAI – COMPORTAMENTO – PENTECOSTES: DONS DO ESPÍRITO SANTO EM NOSSA VIDA

Objetivo

Conhecer sobre a celebração de Pentecostes e refletir sobre a presença do Espirito Santo na nossa vida.

Pentecostes

Na celebração de Pentecostes rememoramos a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos, Maria, algumas mulheres e outros discípulos, como cumprimento da promessa que Jesus fez de não nos deixarmos sozinhos, nos enviando o paráclito: o Espírito da Verdade (Jo 15 26-27). Esta data é uma das mais importantes do nosso Calendário Litúrgico Cristão, bem como a Páscoa e o Natal.

O nome Pentecostes significa “quinquagésimo dia”, em referência à data da celebração:  cinquenta dias (ou sete semanas) após a Páscoa. Antes disso, na Igreja Primitiva, Pentecostes era uma festa judaica instituída por Deus, para celebrar a colheita.

No primeiro pentecostes depois da paixão de Jesus, o Espírito Santo desceu sobre a os discípulos em Jerusalém na forma de línguas de fogo, fazendo com que todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas (At 2,1-4). O Catecismo da Igreja Católica diz que: “No dia de Pentecostes a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como Pessoa divina: da Sua plenitude, Cristo Senhor derrama em profusão o Espírito” (CIC, n. 731).

Em Pentecostes é revelada plenamente a Santíssima Trindade, onde Deus promove a plena união e comunhão do seu povo, ali tem-se também o início a ação evangelizadora para que todas as nações e línguas tenham acesso ao Evangelho e à salvação mediante o poder do Espírito Santo de Deus. Esta comunidade que surgiu em Atos dos Apóstolos sobreviveu às perseguições e cresceu justamente porque era cheia do Espírito.

Este, então, é tempo de celebrarmos a presença do Deus Espírito Santo em nosso meio, relembrando o ato salvífico de Jesus Cristo e Sua vida em nós. O Espírito Santo derrama seus carismas sobre todo o povo de Deus e nos sustenta na missão de testemunhar o Evangelho e anunciar Jesus ao mundo.

Ser templo do Espírito Santo é estar disponível de corpo e alma para Deus habitar em nossas vidas. Ele está diretamente ligado aos nossos dons, pois nos concede gratuitamente acesso à estas formas de expressão.

Sugestão Bíblica: At, 2, 1-6; Jo 15 26-27.

Sugestão de Dinâmica:

Diante do reconhecimento da importância da presença do Espírito Santo de Deus em nossa rotina, sugerimos um momento de reflexão acerca da presença dEle em nós, abordando sobre cada um dos dons que Ele nos concede (Conselho, Piedade, Temor de Deus, Ciência, Fortaleza, Sabedoria, Inteligência) e de como podemos permitir exalar o Santo Espírito em nossa vida, acompanhado com um momento de louvor.

·         Como posso convidar o Espírito Santo para habitar em mim?

·         De que forma o Espirito Santo me aproxima cada vez mais de Deus?

·         Como o Espirito Santo age em minha vida?

·         Como tenho permitido expressar os dons que o Espirito Santo me concede?

·         Entre outras.

Sugestão de Leitura: Oração de Pentecostes disponível em: https://formacao.cancaonova.com/espiritualidade/oracao/oracao-de-pentecostes/

Sugestões de Músicas: Deus; Espírito; Eu navegarei.

 

13.MAI A 18.MAI - TEMA LIVRE

 

06.MAI A 12.MAI - ORAÇÃO - PEREGRINAÇÃO DE NOSSA SENHORA DO ESCALADA

Objetivo

Refletir o significado da imagem de Nossa Senhora do Escalada e como a retratação da Maria Menina deve nos inspirar enquanto jovens alpinistas.

Nossa Senhora do Escalada

Neste mês de maio, mês dedicado à nossa Senhora, temos uma data muito especial para nós como Alpinistas: a Festa da Visitação de Maria, celebrada em 31 de maio. Neste dia, também comemoramos o dia de Nossa Senhora do Escalada, nossa representação própria e carinhosa de elevar a nossa admiração à Mãe de Jesus.

Assim, rememorados o dia da visitação de Maria a sua prima Isabel, onde Nossa Senhora, guiada pelo Amor, não pensa duas vezes em ir ao encontro de sua prima idosa que estava grávida de seis meses. Maria queria ajudá-la no que necessitasse, assim partiu, apressadamente, enfrentando as dificuldades da época até chegar a seu destino e, ao chegar, sua prima reconheceu a presença do Salvador no seu ventre.

O “Sim” de Maria é permanente. Ele não se limita a espaço e tempo, mas se renova a cada dia que ela dedica a vida a Deus. Maria é um grande exemplo de Ser Pessoa, sua cruz se mantém em equilíbrio a todo tempo e, por isso, ela reconhece que levar Cristo no ventre não é um convite à vaidade, mas um chamado a servir. Assim também devemos, inspirado por Nossa Senhora do Escalada, buscar a cada dia da nossa vida dizer Sim para o chamado de Deus, seguindo esse exemplo de Ser Pessoa, nos empenhando no equilíbrio da cruz.

A Nossa Senhora do Escalada, retratado no quadro que foi pintado por Tio Manolo em 1993 (na festa dos 15 anos do Movimento), sob inspiração do texto do Magnificat, retrata uma Maria menina, jovem, descalça, missionária, que não hesita em servir, mesmo consciente que carregava em seu ventre o Filho de Deus, primeiro sacrário da história. Segundo estudo bíblico, Maria tinha por volta de 15 anos quando recebeu a visita do anjo Gabriel e disse “Sim” aos planos de Deus.

No quadro vemos a imagem dessa jovem menina, inclusive lembrando a faixa etária de muitos dos jovens do Escalada, época de muitos planos, anseios e em uma fase de entender melhor seu papel no mundo a sua volta.

Sugestão Bíblica: Lc 1: 39-45; Mt 25: 31-40

Sugestões de Música: Perfume de mil flores; Mãe do Escalada; Seguindo Maria.

Sugestão de Dinâmica: Neste oportunidade, a imagem de Nossa Senhora do Escalada deve Peregrinar por cada Zonal. Assim, faz-se o convite também para que Maria peregrine em nossas vidas e em nossas casas, transformando tudo a nossa volta, assim como fez com sua prima Isabel quando foi visitá-la.

Sendo este um Zonal de Oração, sugere-se uma Leitura orante sobre a passagem da Visitação de Maria.

Ato contínuo, sugere-se um momento de contemplação da imagem, observando cada um dos sinais presentes: a sua simplicidade descrita pelos pés descalços; a maturidade da sua ação e serviço, mesmo tão nova; a posição das mãos, que significa a disposição para o serviço; a jovem missionária; as montanhas ao fundo que demonstram o caminho percorrido em sua escalada, entre outros.

 

29.ABR A 05.MAI - ESTUDO - AS VIRTUDES DE MARIA QUE NOS APROXIMAM DO CAMINHO DE CRISTO

Objetivo

Conhecer e refletir de forma mais profunda as virtudes de Maria e de que forma elas nos aproximam do caminho de Cristo.

Maria e suas virtudes

No mês de maio, a Igreja celebra a devoção à Virgem Maria. Durante todo o mês, somos todos convidados a olhar para a figura da mulher humilde e escolhida por Deus, que com o seu “SIM”, transformou a história da humanidade.

Maria é para o cristão um meio eficaz de chegar mais facilmente a Deus e à nossa meta final, que é o Céu. Para isso, é preciso que, em nossa vida, possamos crescer nessa intimidade, porque Jesus nos deu Sua Mãe, para que pudéssemos usufruir e crescer nesse relacionamento materno.

Conhecer as virtudes de Maria pode nos ajudar a reconhecer nosso comportamento, entre falhas e qualidades, para buscarmos se conectar ao chamado que ela nos faz para trilhar  o caminho do discipulado de Cristo.

Segue abaixo algumas das virtudes de Maria e o que podemos aprender com elas:

Silêncio: O silêncio resume Maria. Ela estava preparada para ouvir a voz do Senhor. Antes de tudo, é preciso reconhecer que Maria fez de fato a experiência do silêncio. Durante toda a sua vida esteve atenta às manifestações da voz de Deus, nas coisas mais simples. Lucas nos fala que ela conservava no seu coração tudo o que atravessava a sua história. Com Maria,  aprendemos a estimar cada dia mais esse silêncio do coração que não é vazio, mas riqueza interior, e que, longe de nos separar dos outros, nos aproxima mais deles.

Oração: A mãe de Jesus buscava o silêncio e a contemplação em suas orações na sua eterna busca da aproximação com Deus. E assim, teve Deus ao seu lado em toda a sua vida,  meditando a Palavra de Deus em seu coração, louvando a Deus no Magnificat, pedindo em Caná, oferecendo as dores tremendas que sentiu na crucificação de Jesus e em todos os momentos da sua vida.

Obediência: Maria foi exemplo de obediência, ela foi obediente ao plano da salvação e isso fez com que ela permanecesse em pé diante do projeto de Deus. A Virgem Maria, em condição de humilde serva, coloca-se totalmente disponível para realizar os planos de Deus. Para Ela, o que importava era fazer a vontade do Senhor.

Serviço: Somos lembrados do exemplo de serviço de Maria. Ela que carregava no ventre a promessa da humanidade, nos ensina a sobretudo servir. Nos ensina que amar é servir. Servir por amor quem precisa de nós. Em prontidão, ir ao encontro do outro. Maria poderia ter se concentrado na sua gravidez, gerava o próprio Deus, mas não o fez, derramou-se de amor. O que é amar senão servir, senão caridade? Maria nos dá o exemplo de um coração servidor e bem disposto.

Humildade: A humildade como outra virtude é o que de mais belo Maria traz, porque ela sempre soube seu papel e quem ela era, ela também sabia que era totalmente dependente e que sua dependência de Deus fazia com que realmente tudo acontecesse na vontade Dele. Alguém verdadeiramente humilde não espera recompensa nenhuma por tal virtude. Assim era o coração imaculado da Virgem Maria, era humilde simplesmente por ser, e não esperava recompensa nenhuma da parte de Deus

Fé Viva: não podemos esquecer do exemplo de fé que Maria nos deixou. Desde o recebimento da mensagem de que seria a mãe do Filho de Deus, ela se manteve firme e com uma confiança inabalável nos planos do Senhor. Viveu com máxima intensidade seu destino e as dificuldades que se apresentaram ao longo de sua vida terrena. Essa virtude de Maria nos leva a refletir sobre a grandiosidade do modelo deixado por nossa Mãe a nós, os seus filhos.

Mesmo com todas essas virtudes que Deus gratuitamente lhe concedeu, Maria não perdeu, de forma nenhuma, a sua humanidade, com liberdade de fazer a vontade de Deus, livremente optando pelo bem. Soube tão bem alegrar-se, amar, sofrer, silenciar-se, ser serva, esperar as promessas de Deus se cumprirem na sua vida. Ela nunca se exaltou por tão grandes virtudes, mas, na sua humildade, se deixou exaltar por Deus.

Sugestão Bíblica: Lc 1, 26-38; Lc 1, 39-56; Lc 2, 1-19; Jo 19, 25-27.

Sugestão de Dinâmica: Dividir em grupo ou através de um jogo (forca, jogo da memória), discutir as virtudes associadas às passagens bíblicas. Sugere-se também um momento de partilha para que seja compartilhado dificuldades/identificações que cada um carrega, de acordo com as virtudes acima.

Sugestão de Música: Perfume de mil flores; Nossa Senhora do Escalada.


 

22.ABR A 28.ABR - COMPORTAMENTO - MOMENTO PÓS COMUNHÃO: UMA ORAÇÃO ENQUANTO SACRÁRIO VIVO

Objetivo

Entender o momento da comunhão, e como se comportar durante e depois.

Eucaristia

Continuamos no Tempo Pascal, oportunidade em que ainda relembramos no Calendário Litúrgico o sacrifício de Jesus Cristo por nós. Muitas vezes experienciamos esses dias sem perceber a riqueza desse momento: ao transformar o Seu Corpo e Seu Sangue em Pão e Vinho, nos unimos à Sagrada Comunhão, nos tornando Sacrário Vivo.

Sabemos que para chegar à eucaristia, precisamos estar em paz com nós mesmos e com Cristo, mas e durante a comunhão? A Santa igreja diz que podemos agradecê-Lo, pedi-Lo, ajoelhados ou sentados, mas o mais importante é internalizar o seu silêncio e estar com o Senhor, sem pressa, sem ansiedades, entendendo que no nosso corpo se torna sacrário a habitar Jesus Cristo.  Segundo São Tomás de Aquino “No fundo, o efeito da Eucaristia é a transformação do ser humano em Deus”.

Em cada eucaristia nós somos transformados, tal qual da água para o vinho e do vinho para o sangue, e que nessa transformação, somos Ele. Nessa hora, o questionamento para a vida: “O que Jesus faria no meu lugar?” têm potência elevada. É Cristo que habita em nós, já não podemos mais agir como antes, pois agora assumimos a responsabilidade de sermos sacrários do Senhor.

Após a comunhão podemos nos sentir aliviados, renovados e alegres! E que levemos essa energia para outros lugares, afinal, como disse ¨Santa Teresa de Calcutá: ”Não podemos separar a nossa vida da Eucaristia. No momento em que fizéssemos, quebrar-se-ia algo. As pessoas perguntam-nos: Onde têm as irmãs a alegria e a força para fazer o que fazem? A Eucaristia contém mais do que aquilo que se recebe; contém também o silêncio da fome de Cristo. Ele diz: Vinde a Mim. Ele tem fome de Almas” e o Concílio do Vaticano II, Lúmen gentium, n 11: “A Eucaristia é fonte e centro de toda a vida humana “.

A nossa transformação, a transformação do mundo depende do nosso comportamento após a Santa Eucaristia, e que é o nosso dever como cristão mostrar como é ser a face dEle (YouCat).

Sugestão Bíblica: Salmos 15:1-3;

Sugestão de Música: Face a Face, Tempo de Escutar

 

15.ABR A 21.ABR - TEMA LIVRE

 

08.ABR A 14.ABR - ORAÇÃO - ORAÇÃO POR INTERCESSÃO DOS SANTOS: COMO ELES NOS AJUDAM A CRESCER NA VIDA DE ORAÇÃO

Objetivo

Aprender com os santos a importância e o amor que devemos ter pela vida de oração.

Intercessão dos Santos

O testemunho de vida dos santos têm muito a nos ensinar sobre a fé, a caridade, a confiança, o amor e, sobretudo, a intimidade com Deus. A vida de oração é uma das graças que mais nos aproxima de Deus e das coisas do céu.

À exemplo disso temos Santa Teresinha do Menino Jesus, que nos apresenta muitos ensinamentos sobre a santidade e a vida de oração. Tais como: “Para mim, a oração é uma elevação do coração, um singelo olhar para o Céu, um clamor de gratidão, o amor no meio da provação e da alegria”  e, ainda, “É pela oração e pelo sacrifício somente que somos úteis à Igreja” (Santa Teresinha).

Santo Antônio também tem muito a nos ensinar sobre a vida de oração. Ele nos ensina que não rezamos apenas com palavras e que além da oração que pronunciamos, o simples pensar em Deus com amor é oração. E o nosso agir em favor dos irmãos é uma maneira de rezar.

A oração é ferramenta importantíssima, pois, a partir dela o Espírito Santo trabalha em nosso ser e nos inspira para uma vida mais intima do Pai, por isso, é essencial sermos perseverantes na oração.

Sugestão Bíblica: Mateus 6, 5-13; Lucas 11, 5-13;

Sugestão de Dinâmica: Dividir em grupos, distribuir a Oração de alguns Santos e meditar sobre: o que ela nos inspira? O que este Santo nos influencia na vivência de Oração?

Santa Terezinha do menino Jesus

No Carmelo de Lisieux, ela se dedicou a rezar pelos pecadores, pelos Sacerdotes e por toda a Igreja, se tornou sendo reconhecida a padroeira das missões. Ela nos deixou um grande exemplo de oração e de que por meio da perseverança conseguiremos grandes coisas. 

Santa Clara de Assis

A bem aventurada passava tantas noites acordada em oração; ficando muito tempo deitada por terra, humildemente prostradarezava com muitas lágrimas, mas, com as Irmãs demonstrava uma alegria espiritual e nunca estava perturbada e, quando saia da oração exortava e confortava as Irmãs, dizendo sempre palavras de Deus, que estava sempre em sua bocaseu rosto parecia mais claro e mais bonito que o sol e suas palavras exalavam uma doçura inenarrável, tanto que sua vida parecia toda celestial” (Relato das Irmãs do Mosteiro de São Damião).

Através de sua vida, Santa Clara nos mostra que na oração está a fonte que nos possibilita uma profunda experiência de fé e  uma maior intimidade com Deus. Para ela a vida de oração não era simplesmente um suplemento, mas, muito mais profundamente, era o que dava forma e sentido a realizar a sua vocação.

Santa Mônica

Santa Mônica é um exemplo de oração e perseverança. Ela rezou por anos pela conversão de sua família. Sua perseverança foi recompensada com a felicidade de ver todos convertidos para Deus e, após mais de trinta anos rezando pela conversão de Agostinho sem desanimar, suas orações foram ouvidas e Agostinho não só se converteu, como tornou-se Santo e um dos Doutores da Igreja Católica.

Sugestão de Oração à Santa Mônica: Oração Diária da Novena, Disponível em: https://formacao.cancaonova.com/espiritualidade/devocao/novena/novena-a-santa-monica/

Por fim, sugere-se um breve momento de partilha sobre a vivência da oração cotidiana e de como incluir no dia a dia uma rotina de oração que nos ajuda no nosso crescimento espiritual.

Sugestão de Músicas: Todo dia eu agradeço; Somos nós.

 

01.ABR A 07.ABR – ESTUDO - TEMA: RESSUREIÇÃO DE CRISTO: ESPERANÇA E SALVAÇÃO

Objetivo

Aprender a forma como a Ressurreição de Jesus é central para a vida cristã.

Ressureição de Cristo.

Estamos vivendo o Tempo Pascal, que compreende o período desde o Domingo de Páscoa até o Pentecostes, fazendo memória dos cinquenta dias que Jesus viveu entre os discípulos após sua Ressurreição e antes de sua Ascensão aos Céus. Muitas vezes estudamos e vivenciamos a Quaresma com intensidade, aproveitamos a Semana Santa e celebramos o Tríduo Pascal, seguindo em frente logo em seguida, como se a Páscoa tivesse finalizado. 

Contudo, a Páscoa é um tempo litúrgico, com quantidade numérica de dias superior aos da Quaresma, nos quais a Igreja nos convida a meditar a glória do Cristo Ressuscitado. A Ressurreição de Jesus é o centro da Fé cristã, é o acontecimento misterioso do qual os apóstolos testemunharam e pelo qual os mártires deram testemunho com seu próprio sangue.

Através de sua Paixão, Jesus assumiu todo o sofrimento humano, identificando-se de modo misterioso com cada dor, tomando sobre si os nossos próprios pecados e sofrendo as nossas próprias dores. O profeta Isaías (Is 53) alerta que as chagas do Messias ferido eram as chagas da própria Humanidade.

Morrendo, o Verbo de Deus vence a própria Morte e, ao ressuscitar, triunfa sobre o pecado. Se o Cristo crucificado é garantia do amor de Deus, que derrama seu sangue até a última gota, sofrendo conosco pelos nossos pecados, o Cristo ressuscitado é promessa de vida e de vitória, é esperança de que mesmo os maiores horrores não são maiores que Deus.

Jesus ressuscitou verdadeiramente, em corpo, foi tocado pelos discípulos, comeu com eles, soprou sobre eles o Espírito e prometeu que retornaria. Ressuscita, vencendo a morte, mas ainda carrega as chagas, que mostram que o caminho para a Ressurreição sempre passará pela cruz, mas que a morte, o pecado, a injustiça, a tristeza, a miséria e, por fim, o mal, não têm a palavra final.

Tendo Jesus ressuscitado e vencido a morte, sua promessa é de que também nós seremos ressuscitados e o pecado não terá a palavra final também nas nossas vidas, mas não apenas em nossa vida num sentido individualista, mas na da humanidade como toda, bem como na Criação, que é restaurada pela Ressurreição. Sendo assim, desde já, devemos viver como mortos para o pecado e ressuscitados em Cristo através da força do Espírito Santo.

Sugestão Bíblica: 1 Coríntios 6, 12-14; Filipenses 3,8-11; Romanos 6,8-11

Exemplo Prático: Breve momento de partilha a respeito de circunstâncias de vida nas quais a mensagem da Ressurreição serviu como esperança;

Sugestão de Dinâmica: Dividir três grupos, separar cada uma das passagens bíblicas acima entre os grupos para que estudem a relação entre a Ressurreição de Jesus e a nossa salvação hoje.

Sugestão de Música: Claridade, Canção da Vida, Certeza.

 

 

25.MAR A 31.MAR - COMPORTAMENTO - PARTICIPAR DAS CELEBRAÇÕES DA SEMANA SANTA

 

18.MAR A 24.MAR - TEMA LIVRE

 

11.MAR A 17.MAR – ORAÇÃO – DEVOÇÃO E ORAÇÃO A SÃO JOSÉ

Objetivo

Conhecer brevemente a história de São José e promover um momento de oração.

São José

No dia 19 de março, a igreja nos chama a olhar e conhecer um exemplo de pai amoroso, trabalhador dedicado, homem justo, esposo fiel e casto. Assim como Maria, seu Sim é um exemplo para nós, sendo escolhido por Deus, para ter a honra e a glória de ser pai adotivo de Jesus.

Segundo a tradição, José teria morrido circundado por Jesus e Maria e, por esse motivo, é invocado também como protetor dos moribundos. Tal invocação se deve a todos nós que gostaríamos de deixar esta terra tendo ao nosso lado a presença de Jesus e sua Mãe Maria.

São José, declarado como o Patrono Universal da Igreja, teve papel importantíssimo na formação de Jesus enquanto pessoa, ensinando ao Filho o caminho da justiça, da verdade, do amor e do conhecimento da Palavra de Deus. 

Também é reconhecido como patrono dos trabalhadores e da Justiça Social por ser um exemplo da virtude do trabalho Santificado, podendo, ainda, ser comemorado na Festa de “São José Operário”, que acontece em 1º de maio, data que coincide com o Dia Internacional dos Trabalhadores.

Sugestão Bíblica: Mt 1, 19-25;

Sugestão de Dinâmica: escolher uma Oração a São José (vide sugestão de Oração), e meditar por meio de uma Leitura orante.

Sugestão: diminuir a luz do ambiente para auxiliar na concentração, estimular posição confortável e com música ambiente.

Sugestão de Música: José (OPA);  Pai de Jesus - São José (OPA); Simples José (Eugênio Jorge); Ei José (OPA).

 

04.MAR A 10.MAR – ESTUDO – CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2024: FRATERNIDADE E AMIZADE SOCIAL

Objetivo

Conhecer o Tema da Campanha da Fraternidade 2024 e seu convite para olharmos com compaixão para a humanidade.

Campanha da Fraternidade 2024

A campanha da Fraternidade 2024 propõe despertar, de acordo com o tema “Fraternidade e amizade social” e o lema “Vós sois todos irmãos e irmãs” (cf. Mt 23,8), a beleza da fraternidade humana aberta a todos, para além dos nossos gostos, afetos e preferências, em um caminho de verdadeira penitência e conversão.

O tema desse ano, foi inspirado na Encíclica Fratelli Tutti, do Papa Francisco, que há anos vêm convidando para um debate sobre fraternidade e a amizade social, e acrescenta: “Para se caminhar rumo à amizade social e à fraternidade universal, há que fazer um reconhecimento basilar e essencial: dar-se conta de quanto vale um ser humano, de quanto vale uma pessoa, sempre e em qualquer circunstância.” Para isso, é preciso compreender todo o ser humano como um irmão, e sobretudo dar valor à cada vida.

O tema da Amizade social nos convida a pensar sobre a origem dos conflitos, a agressividade nas relações humanas. E nos desafia a superar a cultura da indiferença com os outros, que nos torna cada vez mais insensíveis.

O tema da CF 2024 nos proporciona dialogar sobre ser abrigo para tantos irmãos em agonia, ter compaixão, viver em comunidade, priorizar o diálogo, ser cada vez mais empático… a Amizade tem como sua principal força o Amor e este, por sua natureza, deve ser sensível, compassivo, empático e acolhedor. A fonte da amizade não é egoísta, mesquinha, fechada, seletiva. 

A CF 2024 nos convida a pensar e exercitar a importância do olhar fraterno para nossos irmãos, a importância da acolhida incondicional e do intercâmbio de dons, pois todos somos portadores de riquezas, e através do exemplo de Cristo, possamos superar as indiferenças que nos impedem de enxergarmos nossos irmãos e de cuidarmos uns dos outros (cf. Fratelli Tutti, n. 57).

Sugestão Bíblica: Mt 23, 8; 

Sugestão de Leitura: nº 49; 99; 106; 107 da Encíclica Fratelli Tutti  - Disponível em: https://www.vatican.va/content/francesco/pt/encyclicals/documents/papa-francesco_20201003_enciclica-fratelli-tutti.html

Sugestão de Música: Seu nome é Jesus Cristo (Pe. André Luna)

 

26.FEV A 03.MAR – COMPORTAMENTO – COMO VIVER O SACRAMENTO DA RECONCILIAÇÃO

Objetivo

Compreender o Sacramento da Reconciliação e sua importância na vivência cristã, assim como estimular a confissão para iniciarmos nossa preparação para viver a Páscoa.

O Sacramento da Reconciliação

O Sacramento da Confissão é algo desafiador e, para algumas pessoas, pode ser algo difícil de compreender. Afinal, como é se despir e contar seu lado negativo e pecador para outra pessoa? Pode haver questionamentos como “O que o padre pensaria de mim? Não conseguiria olhá-lo nos olhos novamente!”. A verdade é que: Sim! É preciso ter muita coragem para fazer uma Confissão.

Contudo, se engana quem pensa que a confissão é feita apenas perante o Padre, pois o religioso confessa os fiéis em Persona Christi, isto é, na Pessoa de Cristo. Ou seja, é o próprio Cristo quem ouve, ama, tem misericórdia e absolve os pecados.

No tempo de quaresma temos uma grande oportunidade para praticarmos a reconciliação, pois é um tempo intenso de reflexão e revisão de como está a nossa cruz. Contudo, como católicos, é importante frisar que o Sacramento da Reconciliação não se restringe ao período de quaresma, mas deve ocorrer toda vez que praticamos uma ofensa e desobediência à Deus.

Com isso, questiona-se: Quando devemos nos confessar? Isto é, toda vez que cometermos pecado venial ou mortal. O pecado venial é aquele que não quebra a nossa aliança com Deus, mas enfraquece nossa relação com o Senhor, afastando-nos e dificultando-nos na prática de virtudes. É preciso se confessar, pois a prática desses pecados vai nos distanciando do Pai. Por sua vez, o pecado mortal é uma infracção grave à Lei de Deus, cometida em plena consciência e total consentimento, e suas consequências são mais severas, pois nos privam do estado de graça. Neste caso, deve-se buscar a reconciliação sincera o mais breve, sob risco de deixar de experimentar a vida eterna junto ao Pai.

Mas outros questionamentos que surgem são: “o que eu vou falar quando estiver perante o Padre? Como posso me organizar para realizar uma boa confissão?”. Para isso existe um exercício necessário: o exame de consciência. Este, nada mais é, do que uma sincera revisão e reflexão de como estamos conduzindo a nossa vida e apontar, responsavelmente, os pecados cometidos por mim desde a última confissão (sugere-se explicar o passo a passo de um bom Exame de Consciência, seguindo link anexo).

Feito o exame de consciência, deve haver um arrependimento sincero em nosso coração e então a confissão dos nossos pecados. Por fim, temos a penitência (ou reparação), que é uma maneira de reparar o dano causado pelo pecado, dar graças pelo perdão recebido e renovar o propósito de não pecar novamente (Exemplo: o padre nos dá como penitência realizar X orações)

Não importa quantas vezes tropeçarmos, se nos arrependermos verdadeiramente e confessarmos a Deus os nossos erros, Ele, não só nos perdoa, mas através do seu amor misericordioso nos dá a chance de começar novamente. A sensação ao sair da Confissão é de completa de paz, alegria e leveza.

Segundo o Santo Padre, Papa Francisco “O sacramento da reconciliação, da penitência ou a confissão é o lugar em que o pecador experimenta, de maneira singular, o encontro com Jesus Cristo, que se compadece de nós e nos dá o dom de Seu perdão misericordioso, faz-nos sentir que o amor é mais forte que o pecado cometido, liberta-nos de tudo o que nos impede de permanecermos em Seu amor e nos devolve a alegria e o entusiasmo de anunciá-Lo aos demais de coração aberto e generoso”.

Sugestão Bíblica: Jo 20,21-23; Provérbios 28:13.

 

19.FEV A 25.FEV - TEMA LIVRE

 

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