Entrevista: Flávia


1. Fale um pouco sobre a sua história no Movimento: Como entrou no Movimento? Quando fez encontro? Fez o encontro de que paróquia?

Já coordenou o Movimento? Quando? Quando se tornou Conselheiro?


Eu fiz o encontro em 1989, a 23ª Escalada na Vitória, E o sol levou. Eu já tinha uma pequena caminhada na Igreja, tinha participado do grupo de minijovens e depois do grupo de jovens T.E.U (Todos em Um ) da paróquia do Jardim Brasil.


Na época do encontro também fazia parte de um grupo da renovação carismática que ajudei a fundar com alguns amigos, o Maranatha. Mas eu me identifiquei com o Escalada, que de forma natural foi se tornando a minha escolha, o meu caminho para desenvolver o meu ser cristã, para viver a fraternidade, a caridade, a amizade, para me aproximar de Jesus, para ser Igreja... e assim se passaram 31 anos.


Quem convive comigo sabe que tenho um sério problema de memória, então não vou saber as datas e nem detalhes do que vivi, mas posso falar da experiência, das emoções, dos aprendizados e desafios.


Eu fiz parte do Grupo de Coordenação mas não cheguei a coordenar o movimento. Um tempo depois da criação do Conselho, eu e alguns outros alpinistas que também já tinham participado do GC, foram convidados a fazer parte do Conselho de Salvador.


Encontro Conselho

2. Qual a importância do Movimento Escalada em sua vida, depois de tantos anos de dedicação a ele?


O Movimento Escalada tem sido para mim um espaço para a constante revelação de Deus e de transformação pessoal. Tenho me esforçado para ser um terreno fértil para a palavra de Jesus, procurando não apenas entender as mensagens DELE para nós, para a minha vida, mas sobretudo compreendê-las, acolhê-las, experimentá-las num nível mais profundo, sentindo no coração, na alma. Meus amigos e irmãos alpinistas tem me ajudado a subir a montanha, sendo exemplo, inspiração, apoio, fonte de estímulo. Subir junto é muito bom!