AMADOS AMIGOS, FILHOS, FILHAS



É com imensa alegria que nos dirigimos a todos e todas nesta tão importante comemoração.

Com vocês vivemos momentos imensamente felizes e extremamente gratificantes. Muito aprendemos nessa convivência.

Acompanhamos com orgulho o empenho com que levam adiante esta obra de suma importância para a juventude. O mundo todo, neste grave momento de crises, carece por demais da vivência desta proposta do Escalada: “Ser pessoa em clima de oração”.

“O mundo todo, neste grave momento de crises, carece por demais da vivência desta proposta da Escalada: Ser pessoa em clima de oração.”

Há muito que gostaríamos de lhes dirigir a palavra. Eu, Zezé, tenho em minhas orações, pedido a Deus que me permitisse falar a todos vocês sobre nós.

Lembro-me de ter-lhes dito mais de uma vez, que nós somos seres humanos capazes e erramos como qualquer pessoa. Lembro-me também, que lhes falei da necessidade de construirmos a nossa casa na rocha, com referência a nossa fé e ao nosso amor, citando para isso o trecho do Evangelho de Lucas 6, 47-48...... “Vou mostrar-vos a quem é comparável todo aquele que vem a mim, escuta as minhas palavras e as põe em prática, Assemelha-se a um homem que ao construir uma casa, cavou aprofundou e lançou o alicerce sobre a rocha. Veio a enchente, a torrente deu contra essa casa, mas não a pode abalar porque estava bem construída”...

Pois foi isto que fizemos. Construímos nossa casa na rocha do amor de Cristo. E vieram os ventos, as tempestades da vida e ela sobreviveu firme. O que passamos para vocês, na caminhada do Escalada, era e continua sendo a nossa verdade.

Trabalhar no Escalada me deu o maior prazer. Sempre amei estar com os jovens.

Foram tantos os fatos interessantes, que é difícil enumerá-los...Lembro que no Convento Dom Amando uma freira bem velhinha andava devagarinho com muita dificuldade pela varanda interna, apoiada no seu andador, quando um dos garotos saiu correndo tomando das mãos da freirinha o andador achando que estava lhe ajudando. Na hora foi aflitivo, mas depois demos muita risada.

Para mim era difícil conter alguns dos meninos dirigentes com aquele apetite voraz da adolescência, querendo se servir nas refeições, antes dos participantes. O que eu mais apreciava era a seriedade com que assumiam as suas responsabilidades e como sabiam fazer críticas a nós todos, quando dos momentos de avaliações.

Aprendemos muito com vocês!

Jesus e Maria abençoem cada um de vocês.

Milhões de beijos e abraços bem apertados de

Tia Zezé e tio Alvaro


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