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Peu Cohen

3 de fevereiro de 2006

O Arauto apresenta
Peu Cohen, alpinista que acaba de assumir a coordenação
do Movimento

Pedro Ribeiro Cohen, 26 anos, é um exemplo de “Ser Pessoa em Clima de Oração”. Fez a 37ª Escalada, em 1996, aos 16 anos, mas a sua caminhada espiritual começou bem cedo, quando ainda criança participava de encontros infantis e, depois, continuou engajado em grupos de jovens, seguindo a tradição da família, muito religiosa. Nos próximos dois anos, Peu Cohen, como é mais conhecido, tem uma nova missão: ser um dos coordenadores gerais do Movimento Escalada.

O novo coordenador diz que espera contar com o empenho e incentivo de todos os alpinistas, unindo forças para novos passos
e conquistas, por crer que uma pessoa não faz o trabalho sozinha. Além disso, ressalta que vai continuar com o trabalho que já
vem sendo feito, acreditando que o que for feito, virá para somar. Além de querer fazer com que os Projetos cresçam cada vez
mais, principalmente o Magnificat, que foca o público desfavorecido. “Precisamos ter sempre este foco do voluntariado em nossas vidas”. Para Peu, o maior presente de Deus foi ter feito Escalada e estar engajado até hoje, principalmente por acreditar que o Movimento é “uma grande família que trabalha unida para o crescimento da fé”.

A história de Peu com o Movimento pode ser definida através da palavra dedicação. Nos primeiros anos de Escalada, participou do Zonal Vitória; em 2003, esteve presente no Projeto de Oração e, durante dois anos, 2004 e 2005, dedicou-se ao Projeto Arauto, do qual foi coordenador. “Coordenar o Arauto por estes dois últimos anos me fez crescer bastante, principalmente porque a equipe era muito boa, cheia de experiência e de vontade. Conseguimos nos reestruturar como projeto de comunicação e fazer as coisas acontecerem. Mas, com certeza, ainda temos muito a fazer e a crescer”, afirma ele com entusiasmo.

Em sua história enquanto alpinista, Peu marcou presença também em outras áreas. Trabalhou na 42ª Escalada – Descoberta (1999), na 51ª Escalada – Sintonia (2003) e na 55ª Escalada – Time 10 (2005). Momentos que ele descreve com emoção: “E o mais incrível, é que cada vez é única, consigo reviver todo o encontro”. Mas foi em 2004, como ele mesmo afirma que enfrentou seu maior desafio: coordenar junto com Fau Guerreiro e Rodrigo Moraes (Tarobinha), o V TLM (Treinamento de Lideranças Musicais), sem saber tocar nenhum instrumento e ainda ter uma voz “de fazer chorar”.

Seguindo sua trajetória dentro do Movimento, não se pode deixar de fora a sua admiração pelas Escaladas Missionárias e a vontade que ele demonstra para que elas voltem a acontecer. Peu afirma que as Escaladas Missionárias são verdadeiros presentes para as cidades e demonstram o quanto o Movimento está coeso. Mas, ele ressalta: “Para implantar a Escalada em outras cidades é preciso muita força de vontade, unidade de informação e coragem. E acredito que o Escalada de Salvador tem plena capacidade de voltar a implantar o Movimento em cidades que se mostrem interessadas”.

Cohen costuma acompanhar de perto as cidades. Esteve presente em 2004, em Jacobina, participando de um Aprofundamento, ocasião em que eles comemoravam os 10 anos do Escalada na cidade. Participou também do Encontro Anual de Itabuna, nesse mesmo ano, e do Encontro Anual em Ilhéus, em 2005.

Seus passos demonstram uma história trilhada na fé e, agora em 2006, ao assumir o papel de coordenador do Movimento, recebe uma nova missão, considerada por ele uma posição de responsabilidade e de entrega. Através do seu trabalho, Peu vai tentar retribuir tudo o que tem recebido, ainda que encontre obstáculos no caminho. “O Movimento Escalada tem me oferecido tantas coisas boas, muitos amigos e irmãos na fé. É muito bom poder compartilhar de momentos tão marcantes com pessoas tão especiais e se formos colocar estas experiências na balança sairemos fortalecidos para qualquer dificuldade cotidiana”.